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Mitos e verdade sobre Psicoterapia

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A psicologia é uma área do saber onde existem mais mitos que verdades absolutas, e isto porque, quando algumas informações caem no senso comum (com a ajuda da indústria midiática), sofrem distorções quase impossíveis de reverter.

As informações mais distorcidas estão relacionadas ao processo psicoterápico. Alguns mitos encobrem as verdades, o que dificulta o trabalho do psicólogo.


Eis alguns deles:

Mito 1: O psicólogo deve mudar a "cabeça" das pessoas.Jamais. O psicólogo deve verificar junto ao seu paciente, quais os comportamentos excessivos ou deficitários devem ser modulados. Para isto é preciso levar o paciente a modificar alguns pensamentos. Isto se consegue por meio de técnicas como o questionamento socrático, role-play, atividades reflexivas, etc. O executor da mudança é o PACIENTE. O psicólogo só instrumentaliza.
Mito 2 "Psicoterapia é para a vida toda"Nem sempre. Existem casos que algumas sessões podem ajudar o paciente a se ajustar ao seu meio. Neste caso, o …

Medo e Ansiedade


O medo pode ser entendido como uma reação natural perante um estímulo considerado perigoso, presente no ambiente.
 É normal que as pessoas temam aquilo que é desconhecido e isto pode ser chamado de ansiedade. Por exemplo: podemos sentir medo de um ladrão que aparece subitamente e podemos ficar ansiosos com o vestibular.
Ambas são reações normais especialmente quando os indivíduos não foram expostos a determinadas situações, mas tornam-se problemáticas quando limitam a vida da pessoa.
Algumas pessoas podem sentir ansiedade perante a ideia de trocar de emprego, ou de casa e deixam de receber os benefícios que tal troca poderia proporcionar.Naturalmente, a vida é feita de escolhas e todas elas implicam em ganhar uma coisa e perder outra. Portanto ter ansiedade perante situações novas é normal, pois sinaliza que haverá perdas também.
O que se torna importante é saber lidar com estes sentimentos de medo e ansiedade de forma a não comprometer o progresso do indivíduo. Muitos medos e situações ansiosas são geradas a partir da exposição do indivíduo à situações ruins, sem que haja a menor necessidade. Vou dar um exemplo: o noticiário raramente mostra coisas bonitas, mas a todo o momento aponta situações de desgraça, ruína e prejuízos. É natural que a pessoa que fique exposta a este tipo de informação passe a desenvolver um comportamento ansioso.
Este foi um exemplo, eu poderia citar outros mil!
Cabe a cada indivíduo refletir sobre as situações que desencadeiam medo e ansiedade e questioná-las, verificando friamente se existe a possibilidade de algo muito ruim lhe ocorrer, caso se comporte desta ou daquela forma.
Entretanto, se o medo for algo incapacitante, é hora de buscar ajuda.

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