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Mitos e verdade sobre Psicoterapia

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A psicologia é uma área do saber onde existem mais mitos que verdades absolutas, e isto porque, quando algumas informações caem no senso comum (com a ajuda da indústria midiática), sofrem distorções quase impossíveis de reverter.

As informações mais distorcidas estão relacionadas ao processo psicoterápico. Alguns mitos encobrem as verdades, o que dificulta o trabalho do psicólogo.


Eis alguns deles:

Mito 1: O psicólogo deve mudar a "cabeça" das pessoas.Jamais. O psicólogo deve verificar junto ao seu paciente, quais os comportamentos excessivos ou deficitários devem ser modulados. Para isto é preciso levar o paciente a modificar alguns pensamentos. Isto se consegue por meio de técnicas como o questionamento socrático, role-play, atividades reflexivas, etc. O executor da mudança é o PACIENTE. O psicólogo só instrumentaliza.
Mito 2 "Psicoterapia é para a vida toda"Nem sempre. Existem casos que algumas sessões podem ajudar o paciente a se ajustar ao seu meio. Neste caso, o …

O amor desinteressado

 

Continuando o Assunto anterior - que fala sobre os conceitos de amor, agora pretendo falar sobre o amor desinteressado, o altruísmo.

(Fragmentei o assunto por ser muito grande e não cansar o leitor)

Será que existe mesmo este tal de amor desinteressado? É possível amar sem esperar correspondência?

As respostas a estas perguntas não óbvias, nem lineares. É preciso fragmenta-las para entender o sentido.

O que seria Amor e o que seria desinteressado?

Conforme apontado no Post anterior, amor é um conjunto de comportamentos que envolve proximidade com o objeto amado e de algum modo exige também alguma gratificação. No entanto esta Gratificação não precisa necessáriamente ser "na mesma moeda"...

Se tomamos como exemplo as pessoas que fazem trabalhos voluntários por amor ao próximo, podemos deduzir que a última coisa que esperam é alguma retribuição... Mas ainda assim, elas acordam cedo, trabalham, angariam fundos e se dedicam para minimizar o sofrimento alheio. Por que fazem isso? Por amor, claro.

Vou levantar uma hipótese (que poderá ser investigada), mas creio que  neste caso, a gratificação esteja no próprio exercício do trabalho. 

O simples fato de alguém se sentir útil já é a gratificação! Portanto o amor ao trabalho voluntário lhe trouxe sim uma gratificação (E talvez a diminuição de sentimentos negativos).

Naturalmente isto é uma hipótese! Existem outras, que não pretendo listar porque são infinitas... mas se alguém quiser acrescentar fique a vontade para comentar... eu vou agradecer a contribuição.


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