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Mitos e verdade sobre Psicoterapia

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A psicologia é uma área do saber onde existem mais mitos que verdades absolutas, e isto porque, quando algumas informações caem no senso comum (com a ajuda da indústria midiática), sofrem distorções quase impossíveis de reverter.

As informações mais distorcidas estão relacionadas ao processo psicoterápico. Alguns mitos encobrem as verdades, o que dificulta o trabalho do psicólogo.


Eis alguns deles:

Mito 1: O psicólogo deve mudar a "cabeça" das pessoas.Jamais. O psicólogo deve verificar junto ao seu paciente, quais os comportamentos excessivos ou deficitários devem ser modulados. Para isto é preciso levar o paciente a modificar alguns pensamentos. Isto se consegue por meio de técnicas como o questionamento socrático, role-play, atividades reflexivas, etc. O executor da mudança é o PACIENTE. O psicólogo só instrumentaliza.
Mito 2 "Psicoterapia é para a vida toda"Nem sempre. Existem casos que algumas sessões podem ajudar o paciente a se ajustar ao seu meio. Neste caso, o …

Os relacionamentos afetivos

Alguns autores da psicologia moderna (Cruz e Maciel, 2002) entendem que os relacionamentos afetivos são fenômenos sociais, uma vez que as pessoas tendem a se aproximarem em função das variáveis presentes no ambiente.


*psicologa sulamerica em sp*


Os relacionamentos são organizados  com base nos espaços individuais construídos em espaços sociais, ou seja, a relação será mediada não só pelo desejo, mas pelas crenças e valores.

A ideia de complementariedade  (Eu te amo porque você me completa), tende a levar muitos relacionamentos para o abismo, pois se subtende daí a idéia de uma pessoa incompleta. Oras, o que seria uma pessoa incompleta?

A Incompletude remete à falta, portanto uma pessoa incompleta seria aquela a quem algo falta. E se algo lhe falta é justo exigir que o outro preencha esta falta?

A resposta é bem clara: NÃO, pois esta postura vai exigir que o outro abra mão de si mesmo para satisfazer seu parceiro (que nem sempre saberá reconhecer). Abrir mão da individualidade, para atender os caprichos de alguém é praticamente suicídio psíquico, pois a individualidade compreende crenças, valores e tradições que foram construídas ao longo de uma existência e não podem simplesmente ser apagadas como se fossem um traço a lápis.

Segundo Cruz, Wachelke e Andrade (2012), o que colabora para formar uma relação amorosa e dar-lhe sustentação é o conhecimento da forma cada indivíduo funciona, uma vez que este conhecimento proporciona facilidade na tomada de decisões diminuindo os atritos.

Os autores (op. cit.) destacam que alguns ajustes que favorecem a manutenção de um relacionamento são:

1 -  Evitar generalizações: o outro nem sempre sabe o que você pensa.

2- Ser claro: para evitar interpretações equivocadas




Referências

CRUZ, Roberto Moraes;  WACHELKE, João Fernando Rech; ANDRADE, Alexsandro Luiz de. In Avaliação e medidas psicológicas no contexto dos relacionamentos amorosos. São Paulo, Casa do Psicólogo, 2012.

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