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Mitos e verdade sobre Psicoterapia

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A psicologia é uma área do saber onde existem mais mitos que verdades absolutas, e isto porque, quando algumas informações caem no senso comum (com a ajuda da indústria midiática), sofrem distorções quase impossíveis de reverter.

As informações mais distorcidas estão relacionadas ao processo psicoterápico. Alguns mitos encobrem as verdades, o que dificulta o trabalho do psicólogo.


Eis alguns deles:

Mito 1: O psicólogo deve mudar a "cabeça" das pessoas.Jamais. O psicólogo deve verificar junto ao seu paciente, quais os comportamentos excessivos ou deficitários devem ser modulados. Para isto é preciso levar o paciente a modificar alguns pensamentos. Isto se consegue por meio de técnicas como o questionamento socrático, role-play, atividades reflexivas, etc. O executor da mudança é o PACIENTE. O psicólogo só instrumentaliza.
Mito 2 "Psicoterapia é para a vida toda"Nem sempre. Existem casos que algumas sessões podem ajudar o paciente a se ajustar ao seu meio. Neste caso, o …

Relacionamentos dificeis


Não é fácil tratar sobre relacionamentos difíceis, primeiro porque, basicamente todo relacionamento envolve alguma dificuldade; segundo porque o que é difícil para uns, para outros pode não ser; terceiro porque o que pode ser difícil em um dado momento, pode ser fácil em outro.

Ainda assim, vou tentar discorrer sobre este tema.

Acredito que uma das dificuldades em estabelecer relações de qualidade exista por conta das altas expectativas que temos em relação aos outros. Mesmo quando não esperamos "nada", sempre esperamos alguma coisa, afinal isto é uma relação. Considerando que o comportamento tende a se repetir se for reforçado, é natural que muitos comportamentos pro-sociais que emitidos tem como finalidade atrair reforçadores sociais (sorrisos, abraços, elogios, etc).

Muitas vezes, estabelecemos relacionamentos supostamente para "ajudar o outro". Movidos pela compaixão e por acreditar que o "outro precisa muito de nós", podemos nos movimentar no sentido de minimizar o sofrimento alheio e ganhar em troca apenas o abandono e o esquecimento. Neste caso de quem é a culpa? Do que não soube reconhecer ou de quem esperou do outro um atitude diferente? Pode ser das duas partes. Cada caso é um caso.

Conviver com pessoas difíceis, que não conseguem reconhecer o esforço para gratificá-las para alguns é torturante, mas para outros é um desafio e por esta razão, não desistem facilmente do outro.

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