Redes sociais

Postagem em destaque

Mitos e verdade sobre Psicoterapia

Imagem
A psicologia é uma área do saber onde existem mais mitos que verdades absolutas, e isto porque, quando algumas informações caem no senso comum (com a ajuda da indústria midiática), sofrem distorções quase impossíveis de reverter.

As informações mais distorcidas estão relacionadas ao processo psicoterápico. Alguns mitos encobrem as verdades, o que dificulta o trabalho do psicólogo.


Eis alguns deles:

Mito 1: O psicólogo deve mudar a "cabeça" das pessoas.Jamais. O psicólogo deve verificar junto ao seu paciente, quais os comportamentos excessivos ou deficitários devem ser modulados. Para isto é preciso levar o paciente a modificar alguns pensamentos. Isto se consegue por meio de técnicas como o questionamento socrático, role-play, atividades reflexivas, etc. O executor da mudança é o PACIENTE. O psicólogo só instrumentaliza.
Mito 2 "Psicoterapia é para a vida toda"Nem sempre. Existem casos que algumas sessões podem ajudar o paciente a se ajustar ao seu meio. Neste caso, o …

Quando a paixão começa - sintomas da paixão

As vezes, basta um olhar, uma troca de palavras, um toque, um gesto... e os "corações" pegam fogo.
A palavra "coração" foi colocada entre aspas propositalmente, pois a paixão não começa no coração, e sim, no cérebro, pois os sintomas clássicos da paixão (taquicardia, respiração curta, dilatação da pupila, etc) são resultantes de combinações químicas que ocorrem em algumas regiões do cérebro.
Quando um "certo alguém" cruza teu caminho,  os centros da recompensa do cérebro intensificam a produção de dopamina, substância responsável pelo bem estar emocional, favorecendo os comportamentos de aproximação. Nesta fase é comum que as pessoas façam mudanças sutis ou radicais na aparência, mudem alguns hábitos ou mesmo que fiquem mais distraídas. 
  • O efeito da dopamina no cérebro é o mesmo da cocaína: provoca bem estar e quando não está disponível, provoca crise de abstinência, por isso que o contato com a pessoa amada produz sensação de bem estar.  
  • A produção de  feniletilamina,  contribui para a formação de novas memórias e isto faz com que os apaixonados se recordem de detalhes minúsculos. 
  • A produção de oxitocina (nas mulheres) e vasopressina (nos homens), favorece a criação de um vínculo mais sólido e duradouro, levando os apaixonados a desenvolverem comportamento de aproximação. 
  • Em contrapartida, há uma redução na produção de serotonina, o hormônio responsável por reduzir os níveis de estresse. Por conta disso, as pessoas apaixonadas tendem a apresentar ansiedade acima da sua média, nos primeiros meses, desenvolvendo pensamentos obsessivos e ideias compulsivas, como no Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).
  •  A testosterona também esta nos dois organismos, porém é menor nas mulheres.  Seu efeito é notado pelo aumento da libido na mulheres e  sua queda provoca menos agressividade nos homens.
Psicóloga, sp, bradesco, sulamerica, amil, allianz, Golden cros, por reembolso, sp, vila mariana, metro ana rosa, terapia de casal, como superar fim do namoro, como eviar estresse no trabalho, consulta psicológica, psicologa, agendamento de consulta, preços de terapia, psicoterapia, atendimento, psicoterapico,psicoterapia, psicologa, psicologo, psicanalista, gestalt, terapia cognitivo comportamental, testes, avaliações, quanto custa consulta, atendimento, psicologico, psico, estresse, psicologa, tratamento, convenio,  terapia de casais,depressao, estresse, ajuda emocional, convenio psicologico, marcar consulta, sao paulo psicologa, preco de consulta, valor da consulta psicologa,primeira consulta psicologica gratis, terapia, psicoterapia, psicologia, tratamento para depressao, tratamento para ansiedade, dificuldade de relacionamento, crianças, adultos, idosos, casais, grupos, palestras, estresse, obesidade, ciúme, amor, namoro, casamento, sexo, sexualidade, luto, patologia tratamento, clinica de psicologia, consultorio psicologia, convenio psicologa, consultorio psicologigo vila mariana, bradesco saude, amil, unimed, golden cross, reembolso, omnit, psicologa na vila mariana, psicologa que atende amil em Sp, psicóloga que atende saúde bradesco em sp, Psicologa que atende Sul America em Sp  psicologo,psicólogo,psicóloga,psicologa,psicoterapia,psicoterapeuta, terapia,cognitiva,cognitivo,comportamental,psicanálise,gestalt, Psicanálise,  Psicoterapia Junguiana Terapia individual, terapia de casal, família, crianças de qualquer idade a terceira idade. Terapia Cognitiva Comportamental, Coaching,  Terapia de casal, Psicoterapia infantil  qualquer idade  Neuropsicologia e Avaliação Neuropsicológica


Por conta destas tempestades hormonais, as pessoas enamoradas se arrumam mais, se perfumam, emagrecem, procuram se aproximar de seu objeto de desejo de todas as formas.  Este processo de apaixonamento costuma levar as pessoas à loucura, pois com a perda parcial do senso crítico há uma tendência à distorção dos fatos. Os apaixonados tendem a interpretar de forma ampliada os estímulos que se referem ao parceiro afetivo e minimizar os que exigem o uso da lógica.


Na prática isto pode significar crises de ciúme, possessividade, vinculação excessiva, exclusivismo, dominação, dentre outros comportamentos inadequados. E isto porque, segundo Fisher (2004) o comportamento do parceiro afeta diretamente seu par. E quando algo nos afeta, formamos um vínculo em maior ou menos escala (afeto significa afetar, impactar, causar alguma reação em algo ou alguém).
Fisher também salienta que há uma tendência à empatia mútua: é muito frequente que um dos parceiros "sinta" o que o outro sente. isto ocorre porque algumas partes do cérebro (responsáveis pela formação e manutenção do vínculo) estão hiperativas. Dentre estas áreas, podemos citar: o sistema límbico (circuito de Papez), o hipotálamo.
As regiões cerebrais responsável pelo alertas e medo  e o córtex cingulado, responsável pelo senso crítico, estão parcialmente desligadas na paixão, e isto leva alguns apaixonados a se envolverem em comportamentos de risco. Gastar excessivamente para agradar o parceiro, sem temer o que pode acontecer pode ser um clássico exemplo!!
Fazendo uma triste analogia: os casais apaixonados se comportam de forma próxima aos dependentes químicos, que sentem prazer ao entrar em contato com o objeto da sua dependência, e sensação de abstinência quando o objeto está ausente. No caso dos apaixonados, esta abstinência pode ser comparada àquela saudade enorme que bate quinze minutos depois que o parceiro vai para sua casa.
Este apego tem prazo de validade. 
Fisher aponta que este apaixonamento é um estado transitório que dura de 12 a 24 meses, tempo suficiente para que os pares se conheçam, e que esta vinculação se transforme em intimidade e compromisso, se transformando em AMOR.
Para saber mais sobre amor, leia o post "Vamos falar de amor"
Porém, isto nem sempre acontece. Em alguns casos, a vinculação acaba cedo demais em um dos pares, deixando o outro numa situação de insegurança. Nesta fase, as características negativas do outro tendem a aparecer, e isto pode assumir uma forma de desvinculação. Por isso, as brigas tendem a ser frequentes, e muitas vezes envolvem até as famílias. Quando isto ocorre, é importante que ambos tenham clareza do que está acontecendo, assumindo que se a paixão acabou unilateralmente, pouco poderá ser feito para reverter, pois como foi dito, trata-se de um processo biológico.Se sobraram bons sentimentos como a admiração, o companheirismo, a intimidade, o comprometimento, é possível contornar esta situação e viver uma relação saudável e duradoura (como muitos casais). Se não sobrou anda além do desrespeito, da exploração, da deslealdade... bem.... é hora de pensar se vale a pena investir no resgate desta relação. As vezes o recomeço pode ser mais produtivo e menos desgastante emocionalmente.

Diferenças entre homens e mulheres
Alguns estudos apontam que a paixão tende a ser mais intensa nos homens, que nas mulheres. Nos homens a paixão em geral é mais intensa e fulminante, porém pode durar pouco; na mulheres ao contrário pode durar mais tempo, embora leve mais tempo para se instalar.
Mas isto nem sempre seja percebido de forma observável, pois algumas pessoas conseguem disfarçar esta tempestade hormonal por meio de "atitudes bem comportadas" . 
Referências:
FISHER, Helen. Porque Amamos. a natureza e a química do amor romântico. Buenos Aires; 2004.
Maris. V. Botari - Psicóloga
(11) 99984-9910
psicologamaris@gmail.com

Postagens mais visitadas deste blog

Pessoas que amam demais

É impossível ser feliz sozinho?

Quando Procurar Terapia?

Ter ou não ser: eis a Questão!!

psicologa convenio bradesco

A Arte de dizer NÂO

Psicologa Amil em SP

O amor não correspondido

Traição: como lidar.

Postagens mais visitadas deste blog

Pessoas que amam demais

É impossível ser feliz sozinho?