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Mitos e verdade sobre Psicoterapia

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A psicologia é uma área do saber onde existem mais mitos que verdades absolutas, e isto porque, quando algumas informações caem no senso comum (com a ajuda da indústria midiática), sofrem distorções quase impossíveis de reverter.

As informações mais distorcidas estão relacionadas ao processo psicoterápico. Alguns mitos encobrem as verdades, o que dificulta o trabalho do psicólogo.


Eis alguns deles:

Mito 1: O psicólogo deve mudar a "cabeça" das pessoas.Jamais. O psicólogo deve verificar junto ao seu paciente, quais os comportamentos excessivos ou deficitários devem ser modulados. Para isto é preciso levar o paciente a modificar alguns pensamentos. Isto se consegue por meio de técnicas como o questionamento socrático, role-play, atividades reflexivas, etc. O executor da mudança é o PACIENTE. O psicólogo só instrumentaliza.
Mito 2 "Psicoterapia é para a vida toda"Nem sempre. Existem casos que algumas sessões podem ajudar o paciente a se ajustar ao seu meio. Neste caso, o …

O Medo de amar


O Medo de amar.


Se o ato de amar é algo tão prazeroso, e almejado por muitos, porque algumas pessoas sentem tanto medo?


A resposta não é linear e envolve várias variáveis.

Uma delas seria o medo de ser feliz.


Algumas pessoas não foram "educadas para a felicidade", (não aprenderam a amar)e acreditam que a vida é um calvário de luta, dor e sofrimento. 

Deste modo rejeitam a ideia de amar, pois o amor (supostamente) traria felicidade e ser feliz não está nos planos de quem decidiu ser infeliz!! (Uma pena que algumas pessoas pensem assim)


O segundo motivo seria o medo de sofrer.


Quem ama exige correspondência. Para algumas correntes da psicologia, o amor é a troca de gratificações, que reforçam o comportamento de vinculação. 

O medo consiste em assumir que (talvez) não haja troca afetiva suficiente, ou melhor, de amar sem ser aos correspondido. 

Ou pior ainda, o medo de que o amor do outro não seja suficiente e que um dia acabe! E desta forma, o indivíduo perde boa parte do capital afetivo investido na relação.

O terceiro motivo está relacionado à individualidade.


Amar exige tempo, troca, doação; exige mais... que você abra mão de si mesmo, para ceder aos interesses da outra parte. 

E Muitos não estão dispostos a abrir mão do tempo para viver simbioticamente com outra pessoa, embora isso possa ser perfeitamente negociado numa relação madura. 

Ainda assim, se o investimento feito em si próprio for superior ao que se está disposto a fazer pelo outro, certamente haverá um certo receio de embarcar numa relação.

*Psicologa Sulamérica*

Se você quer amar, mas tem medo, seria útil deixar de lado o medo, e tentar ser feliz, aprendendo a amar.

Reconheço que não há amor sem risco, porém é possível adquirir uma dose extra de coragem existencial e tentar, compreendendo que os riscos estão aí, mas é possível sobreviver às possíveis crises amorosas.


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