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Mitos e verdade sobre Psicoterapia

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A psicologia é uma área do saber onde existem mais mitos que verdades absolutas, e isto porque, quando algumas informações caem no senso comum (com a ajuda da indústria midiática), sofrem distorções quase impossíveis de reverter.

As informações mais distorcidas estão relacionadas ao processo psicoterápico. Alguns mitos encobrem as verdades, o que dificulta o trabalho do psicólogo.


Eis alguns deles:

Mito 1: O psicólogo deve mudar a "cabeça" das pessoas.Jamais. O psicólogo deve verificar junto ao seu paciente, quais os comportamentos excessivos ou deficitários devem ser modulados. Para isto é preciso levar o paciente a modificar alguns pensamentos. Isto se consegue por meio de técnicas como o questionamento socrático, role-play, atividades reflexivas, etc. O executor da mudança é o PACIENTE. O psicólogo só instrumentaliza.
Mito 2 "Psicoterapia é para a vida toda"Nem sempre. Existem casos que algumas sessões podem ajudar o paciente a se ajustar ao seu meio. Neste caso, o …

amores pesados

psicologa bradesco, psicologa do amor, psicologa em spReações afetivas deveriam ser leves e gratificantes, servindo para promover o bem estar daqueles que a vivenciam. 
Deveriam ser compensadoras, ajudando os indivíduos a lidarem melhores com seus conflitos do cotidiano. 
Deveriam servir para que nos tornássemos pessoas melhores em todos os sentidos. Deveriam servir para que aprendêssemos a amar e confiar.

Mas não é o que se observa: atualmente tenho acompanhado alguns casos, onde as relações afetivas assumiram uma grande proporção problemática na vida, tonando-se abusivas ou relações de controle, poder ou submissão.

Por exemplo, quando alguém abre mão de sua liberdade de escolha para satisfazer a outra parte, que por sua vez faz inúmeras chantagens emocionais, estamos diante de uma relação abusiva.

Os amores pesados são aqueles em que uma das partes tem de sofrer para que a outra parte fique momentaneamente feliz. Não há acordo possível, e sim, muita chantagem, choro, drama e pouca consideração pelo ponto de vista  alheio.

Algumas pessoas se submetem a isto, por medo da solidão, medo de magoar a outra parte, medo de sofrer retaliações, ou simplesmente medo de ser feliz.

É preciso coragem duplicada para romper com estes modelos de relações, uma vez que as pessoas abusivas dificilmente aceitam o "não" como resposta e tendem a não se conformar com a ruptura, pois não sabem lidar com seu orgulho ferido.

Mas é preciso romper.

Se este é o teu caso: não deixe que o medo e domine, busque uma psicologa para aprender a lidar com estas situações


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