A percepção de que o amor chegou ao fim nem sempre é imediata. Muitas vezes, se manifesta por meio de sutis mudanças de comportamento e prioridades.
Esta consciência não ocorre de forma linear nem idêntica para todas as pessoas, e isso pode gerar conflitos de interesses em alguns relacionamentos.
Naturalmente, o que pode parecer um fim, na verdade pode ser apenas uma fase exaustiva de sobrecarga emocional, ou profissional, onde outros problemas "apagam temporariamente" o sentimento.
Mas, depois de um tempo, os problemas se resolvem, e o sentimento não volta aos a patamares de antes.
Aqui cabe uma análise sobre o que pode estar acontecendo:
De acordo com alguns teóricos de renome da Psicologia, (vide referências) alguns sinais podem indicar que o sentimento passou por um processo de integração emocional e deixou de ocupar posição central na vida psíquica.
A percepção predominante é a de que o relacionamento compõe um ciclo encerrado, integrado à trajetória de vida, sem expectativa ativa de retomada.
Amor que acaba, relacionamento que continua.
Algumas referências bibliográficas que fundamentam esses fenômenos:
-
John Bowlby – Attachment and Loss (1969, 1973, 1980).
A teoria do apego descreve como vínculos afetivos se formam e como a ruptura ativa processos semelhantes ao luto. -
Colin Murray Parkes – Bereavement: Studies of Grief in Adult Life (1972).
Analisa reações emocionais diante de perdas significativas, aplicáveis também ao término de relacionamentos. -
Elisabeth Kübler-Ross – On Death and Dying (1969).
Embora focado no luto por morte, o modelo das fases do luto foi posteriormente utilizado para compreender rupturas afetivas. -
Susan J. Elliott – Getting Past Your Breakup (2009).
Obra voltada ao público geral, com base em princípios psicológicos sobre reorganização após términos. -
Guy Winch – How to Fix a Broken Heart (2018).
Discute, sob perspectiva psicológica e neurocientífica, o impacto cognitivo e emocional das separações. -
David Sbarra – Pesquisas acadêmicas sobre ajuste psicológico após divórcio e dissolução conjugal (University of Arizona).
Seus estudos investigam regulação emocional, adaptação e saúde mental após separações.
Conteúdo informativo desenvolvido pela Psicóloga SP Maristela Vallim Botari CRP-SP 06-121677 sem a finalidade de substituir a consulta psicológica, nem esgotar o tema.
Trata-se apenas de um convite à reflexão.
Se este tema faz sentido pra você saiba como a psicóloga poderia ajudar na compreensão
Na psicoterapia, o trabalho é organizado para possibilitar a identificação de
padrões emocionais e comportamentais que se repetem ao longo da história do paciente e acabam por afetar
relacionamentos, autoestima ou bem-estar emocional.
Também envolve a análise das circunstâncias em que determinadas reações
surgem, incluindo seus contextos e possíveis gatilhos.
São examinadas as formas de interpretação das situações e a maneira como a pessoa se percebe dentro de suas relações. Recursos psicológicos de enfrentamento podem ser explorados, assim como questões de posicionamento pessoal.
A Psicóloga sp conduz a sessão de terapia de maneira individualizada, considerando a singularidade de cada pessoa.
Psicóloga sp Maristela Vallim CRP 06-121677
"Considero que somos mais do que a soma das partes, e meu
trabalho consiste em ajudar o cliente a montar o quebra-cabeça da vida,
juntando peças que aparentemente não fazem sentido separadamente."
óloga Sp, Psicóloga, Psicóloga perto de mim, Psicóloga consulta
Para saber mais sobre Relacionamentos, acesse Psicologia dos Relacionamentos e Casal em Terapia
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Trata-se apenas de um convite à reflexão.
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Na psicoterapia, o trabalho é organizado para possibilitar a identificação de padrões emocionais e comportamentais que se repetem ao longo da história do paciente e acabam por afetar relacionamentos, autoestima ou bem-estar emocional.
Também envolve a análise das circunstâncias em que determinadas reações surgem, incluindo seus contextos e possíveis gatilhos.
São examinadas as formas de interpretação das situações e a maneira como a pessoa se percebe dentro de suas relações. Recursos psicológicos de enfrentamento podem ser explorados, assim como questões de posicionamento pessoal.
A Psicóloga sp conduz a sessão de terapia de maneira individualizada, considerando a singularidade de cada pessoa.
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