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Amor patologico

Amor doente


Teoricamente, o  amor é algo positivo, saudável que visa agregar qualidade de vida às pessoas, colaborando para o aumento do bem estar e da saúde física e mental. É por meio deste sentimento que muitas coisas boas foram construídas.

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Infelizmente, em nome deste sentimento,  muita destruição e tragédia ocorreram ao longo da história. Podemos citar como exemplo a Guerra de Tróia, que começou em função do fatídico amor de Paris pela bela Helena. 

É necessário esclarecer, primeiramente o que se entende por amor doente (ou neurótico). Para Fromm (1973) O amor neurótico é caracterizado pelas "falsas concepções do amor" que levam os indivíduos a desenvolver comportamentos compulsivos e pensamentos obsessivos, bem como relações de dependência.

Este amor neurótico começa quando um indivíduo coloca "a vida nas mãos de alguém", passando a se comportar em função do outro. Isto pode levar a um comprometimento da própria vida social, uma vez que em muitos casos, o indivíduo que "ama demais" tende a colocar a relação afetiva no centro de sua existência, como se nada mais existisse - lovecentrismo.

Para evitar esta armadilha é importante lembrar sempre que um relacionamento envolve mais de um indivíduo, com semelhanças e diferenças que devem ser respeitadas, portanto não é adequado deixar de viver de acordo com seus princípios para abraçar os princípios alheios. Isto não é amor, é dependência!

Esta dependência tem como desdobramentos: a ansiedade, o pensamento obsessivo e o ciúme patológico, que pode ser definido como manifestações desmedidas de controle sobre o outro. 

É caracterizada por alguns pensamentos distorcidos  e comportamentos  obsessivos característicos:

Pensamentos:

  • De controle " Onde ele (ela) estará?"
  • Leitura Mental: "Será que está pensando em mim"?;
  • Insegurança: "Será que ele (ela) me ama de verdade?";
  • Onipotência: " Tenho que fazer tudo o que posso para agradar";
  • Leitura mental: "ele (ela) deve estar sentindo minha falta"; "não ligu porque eu fi
  • Catastrófico: " eu morreria sem ele (ela)";
  • Generalização: "ele (ela) é tudo pra mim", nunca mais vou amar ninguém assim", "sem ele (ela) nada mais tem sentido".
  • etc.


Comportamentos: 

  • Vigiar o parceiro, aberta ou secretamente; seja fisicamente ou por meio das redes sociais;
  • Exigir que o parceiro mantenha contato, mesmo quando isto é impossível;
  • Mandar muitas mensagens via celular, mesmo sabendo que o outro não quer, ou não pode responder;
  • Perder a capacidade de tomar iniciativas, delegando ao outro a tomada de decisões sobre sua própria vida;
  • Mesmo quando a capacidade de tomada de decisões está preservada, estas são tomadas visando a proximidade e/ou o bem estar do outro;
  • Abrir mão de seus interesses particulares para "viver somente para o outro";
  • etc.
Se você, ou alguém que você conhece vive este tipo de relação, é o momento de buscar ajuda psicológica, para aprender a amar com mais segurança, em busca de uma relação mais saudável, que possa ser vivenciada com mais alegria e segurança.


Referências


FROMM, Erich. A arte de amar. São Paulo. Martins Fontes. 1971

Maris V. Botari
Psicóloga Clínica




O Medo de amar


O Medo de amar.


Se o ato de amar é algo tão prazeroso, e almejado por muitos, porque algumas pessoas sentem tanto medo?


A resposta não é linear e envolve várias variáveis.

Uma delas seria o medo de ser feliz.


Algumas pessoas não foram "educadas para a felicidade", (não aprenderam a amar)e acreditam que a vida é um calvário de luta, dor e sofrimento. 

Deste modo rejeitam a ideia de amar, pois o amor (supostamente) traria felicidade e ser feliz não está nos planos de quem decidiu ser infeliz!! (Uma pena que algumas pessoas pensem assim)


O segundo motivo seria o medo de sofrer.


Quem ama exige correspondência. Para algumas correntes da psicologia, o amor é a troca de gratificações, que reforçam o comportamento de vinculação. 

O medo consiste em assumir que (talvez) não haja troca afetiva suficiente, ou melhor, de amar sem ser aos correspondido. 

Ou pior ainda, o medo de que o amor do outro não seja suficiente e que um dia acabe! E desta forma, o indivíduo perde boa parte do capital afetivo investido na relação.

O terceiro motivo está relacionado à individualidade.


Amar exige tempo, troca, doação; exige mais... que você abra mão de si mesmo, para ceder aos interesses da outra parte. 

E Muitos não estão dispostos a abrir mão do tempo para viver simbioticamente com outra pessoa, embora isso possa ser perfeitamente negociado numa relação madura. 

Ainda assim, se o investimento feito em si próprio for superior ao que se está disposto a fazer pelo outro, certamente haverá um certo receio de embarcar numa relação.

*Psicologa Sulamérica*

Se você quer amar, mas tem medo, seria útil deixar de lado o medo, e tentar ser feliz, aprendendo a amar.

Reconheço que não há amor sem risco, porém é possível adquirir uma dose extra de coragem existencial e tentar, compreendendo que os riscos estão aí, mas é possível sobreviver às possíveis crises amorosas.


Pessoas que amam demais

Pessoas que amam demais

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Dizem os poetas que o amor é algo sublime, difícil de ser explicado. A neurociência afirma que é um conjunto de manifestações químicas que provoca bem estar no organismo, favorecendo a saúde física e o bem estar emocional. Freud diria que é pulsão de vida, ou seja é a canalização da libido em um objeto.

Mas para algumas pessoas é fonte incessante de sofrimento e angústia. O que há de errado?

A priori, não há nada errado em amar, mas sim em amar demais!

O que é amar demais?

É se entregar a uma relação afetiva, onde a outra parte não corresponde na mesma proporção, as vezes fazendo exigências abusivas, levando ao desgaste e ao adoecimento.

As pessoas que amam demais são aquelas que não medem esforços para agradar seu parceiro afetivo, vivendo as vezes em regime de "escravidão afetiva", vivenciando relações de dependência em relação ao seu parceiro afetivo.

Algumas pessoas não percebem que estão vivenciando uma relação desigual, e sentem-se felizes por satisfazer os anseios da pessoa amada. Pode-se citar como exemplo, as pessoas que se endividam para pagar as contas da pessoa amada, sem receber nem mesmo um agradecimento em troca.

Outras até percebem que o relacionamento é desigual, porém não conseguem sair sozinhas desta relação, pois temem a solidão e o abandono.

E outra categoria de pessoas que amam demais, sabe que o relacionamento é abusivo, mas teme as consequências do rompimento; são aquelas que se relacionam com pessoas psicóticas, capazes de cometer atos de violência. E mesmo assim, sentem pena do agressor ou nutrem esperança que ele algum dia mude.

Amar não é um ato de submissão

Encontramos em nossa cultura muitos elementos que induzem os indivíduos a acreditarem que "amar é servir", ou que é possível "fazer qualquer coisa por amor", como sugerem algumas músicas (tente se lembrar de alguma, certamente você conseguirá).

Só, que não....

Amar é um ato de troca, não de submissão. Ninguém precisa enfrentar um relacionamento abusivo apenas para ter o status de pessoa comprometida. 

De acordo com o site MADA Paulistana (Mulheres que amam demais), existem alguns critérios que podem ajudar a definir se a mulher pode ser considerada uma "mulher que ama demais". Os critérios foram muito bem escolhidos, e valem também para os homens. são eles:


  1. Torno-me obsessiva com os relacionamentos?
  2. Nego o alcance do problema?
  3. Minto para disfarçar o que ocorre numa relação?
  4. Evito as pessoas para ocultar o problema?
  5. Repito atitudes para controlar a relação?
  6. Sofro acidentes devido à distração?
  7. Sofro mudanças de humor inexplicáveis?
  8. Pratico atos irracionais?
  9. Tenho ataques de ira, depressão, culpa ou ressentimento?
  10. Tenho ataques de violência?
  11. Sinto ódio de mim mesma e me auto-justifico?
  12. Sofro doenças físicas devido a enfermidades produzidas por stress?

A minha experiência clínica possibilita ampliar esta lista e acrescentar mais alguns critérios:
  1. gastar tempo e dinheiro em excesso para atender as necessidades da pessoa amada;
  2. deixar de atender suas necessidades básicas para atender da outra;
  3. romper com a família ou com amigos por causa da pessoa amada;
  4. seguir a pessoa, ou fazer plantão na porta do seu trabalho ou escola;
  5. ter ciúme exagerado;
  6. demonstrar afeto de forma exagerada e sem crítica;
  7. negar os rompimentos, mesmo quando estes são feitos da maneira mais óbvia;
  8. ignorar os sinais de que a outra pessoa não lhe quer;
  9. obedecer cegamente as ordens do outro;
  10. justificar  de forma superficial seus atos de violência ou agressão;
  11. mudar a aparência ou a religião, ou o estilo de vida apenas para satisfazer o outro. Se estas mudanças lhe trazem satisfação, podem ser consideradas legítimas, do contrário são questionáveis;
  12. deixar de trabalhar, estudar ou produzir para pensar sobre a pessoa amada. Etc.
Naturalmente isto é uma aproximação. Existem outros tantos comportamentos que poderiam ser listados aqui.

O que importa mesmo é que a pessoa tenha consciência deste padrão de relacionamento adoecido e busque ajuda psicoterápica.

Amar é uma das melhores coisas da vida. 
As relações afetivas devem ser vivenciadas de modo a promover a saúde e o bem estar dos envolvidos. Certamente, motivos de estresse e desentendimentos permearão as relações, mas isto é esperado. O que não é saudável é vivenciar uma relação onde o seu investimento afetivo é muito superior ao que recebe.

Pense nisso!


Dificuldade em demonstrar amor

Não confunda a demonstração do amor, com o amor, propriamente dito. São coisas distintas.

Nem sempre onde há demonstração, há afeto. E a premissa contrária é verdadeira.

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Demonstração de afeto não é (e nunca foi) prova de amor. Existem pessoas que conseguem expressar aquilo que sentem por meio de outros comportamentos, como por exemplo, a busca pela proximidade, a relação de cuidado e preocupação, etc.

No entanto, algumas não conseguem demonstrar de forma alguma. Por mais que alguém tente mobilizá-lo, não conseguem sair da "bolha da indiferença". A questão que se levanta é:

Porque estas pessoas não demonstram o que sentem?

A resposta para esta questão é bastante ampla e praticamente inconclusiva. Mas vale o exercício de reflexão.

1 - Ausência de sentimento

Em muitos casos, o indivíduo não demonstra porque realmente não sente afeto passional pelo parceiro, mas consegue demonstrar carinho com atitudes educadas. Nestes casos, o "Bom dia" é apenas um cumprimento polido, exigido diante de situações formais, ou profissionais. O "Como você está" pode indicar uma preocupação com o outro que não vai além do simples desejo de que o outro esteja bem. Mera formalidade. Nada além.

2- Medo de rejeição

Em outros casos, o indivíduo não vai além das atitudes educadas e demonstra atitudes educadas, porém utiliza mecanismos de negação do sentimento, como por exemplo: tentativas de humilhar o parceiro afetivo (deboche, sarcasmo), indiferença forçada (mudar de calçada, ignorar deliberadamente a presença do outro, etc..). Porém, a busca por proximidade pode indicar que existem sentimentos escondidos embaixo de toneladas de camadas de gelo. 

Estes indivíduos costumam ser incongruentes: ora buscam aproximação, ora afastamento; ora são simpáticos, ora extremamente indiferentes. Porém, raramente são calorosos.

Geralmente, esta indiferença forçada se justifica pelo medo que sentem da rejeição, pois tendem a acreditar que as demonstrações só serviriam para exaltar o outro, que por sua vez poderia não corresponder, o que geraria um mal-estar muito grande. Logo, preferem se abster para não "fazer papel ridículo".

3- Embotamento afetivo

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E como não foram "educados" afetivamente, suas parcas demonstrações de afeto são "estabanadas": Não sabem escolher presentes, esquecem datas, não beijam ou abraçam com frequência, etc.



Como lidar:

Dá pra compreender perfeitamente a angústia de quem se relaciona com estes indivíduos; quem está acostumado (a) com as demonstrações clássicas tende a se sentir bastante incomodado. 

Nos casos onde há ausência de sentimento, não há muito o que fazer: não dá pra tirar leite de pedra. A solução aqui é aceitar e tentar um novo relacionamento, com alguém que tenha sentimentos reais. 

Nos casos onde o parceiro notoriamente busca aproximação assiduamente, mas não consegue demonstrar sentimento por nenhuma via, é importante desenvolver a capacidade de ler nas entrelinhas do comportamento do outro, buscando compreender sua história de vida e seu funcionamento afetivo. Pode acontecer que a convivência com alguém que demonstre abertamente o que sente ajude a desembotar a afetividade do parceiro e afaste o medo da rejeição. Neste caso, convém evitar a cobrança e as brigas que só servirão para aumentar a sensação de desconforto na relação.

 Conclusão

Naturalmente, existem outros fatores que interferem na dificuldade de demonstração de afeto, além dos que foram expostos aqui. Cada caso deve ser avaliado separadamente para que possam ser compreendidos de forma particular.



Algumas situações na vida deveriam ser compreendidas como se fossem uma ilusão de ótica, ou seja, não basta olhar para o óbvio, para o que salta aos olhos.
É preciso olhar um pouco mais além... desvendar.... seguir pistas... analisar criticamente...sintetizar... analisar a síntese....pra finalmente chegar a uma INconclusão....
A primeira conclusão raramente é a correta, tanto na arte, quanto na vida.

Vamos falar sobre sexualidade?

Quando falamos sobre relacionamentos afetivos, não podemos deixar de falar sobre sexualidade, que é um ingrediente importante em qualquer relação. O tema é tão importante que é destacado na mídia, porém, nem sempre com o respeito que merece.

Sexualidade pode ser definida como a relação que o indivíduo tem com o próprio corpo e a forma como se relaciona com o corpo do outro, incluindo emoções eliciadas durante este contato.

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Apesar da enorme exposição do tema nas mídias e nas redes sociais, percebe-se que poucas vezes o assunto é abordado com a seriedade que merece. Infelizmente, existe uma tendência a banalizar a sexualidade humana, reduzindo-a a genitalidade.


Para Freud (apud Bertozzi, 1993),  a libido do ego é canalizada para um objeto (de desejo),  e toda a energia do ego será empenhada na busca pelo prazer.

No entanto, observa-se que a busca pelo prazer (a qualquer custo), em alguns casos, supera a necessidade de estabelecer vínculos afetivos, levando alguns indivíduos a se relacionarem de forma estritamente genital, negando-se a estabelecer qualquer tipo de vínculo de apego. Uma  hipótese a ser considerada neste caso é o medo do envolvimento afetivo, uma vez que este envolvimento pode levar ao medo da perda e da solidão. Neste caso, reduzir o prazer ao ato sexual seria uma forma de obter prazer momentâneo.

Quando esta busca por prazer imediato torna-se uma compulsão é necessário buscar ajuda psicoterápica, uma vez que pode mascarar prejuízos em outras áreas da vida.

Ausência de prazer
Em outro extremos, algumas pessoas tem relações afetivas bastante sólidas, com parceiros fixos, mas não conseguem sentir prazer. Segundo elas "ha um bloqueio" da relação. Isto é caracterizado pela ausência de relações sexuais, ou pela vergonha, medo, etc. Os indivíduos com esta dificuldade tendem a usar desculpas racionais para justificar a ausência de libido: enfermidades, cansaço, ou ocupação urgente. a afetividade pelo parceiro pode até ser genuína, mas não é suficiente para renovar a libido. Em alguns casos, a energia sexual não se renova nem mesmo quando há troca de parceiros sexuais.

Um dos motivos que podemos apontar para esta ausência de libido está relacionada ao fato de vivermos em uma sociedade castradora pro natureza, onde toda muitas formas de prazer são vistas como imoral. Muitos indivíduos aprenderam que os órgãos genitais são "coisas" sujas e não conseguem se libertar disso na idade adulta.

Outro ponto a ser considerado é que a busca pelo corpo perfeito também atrapalha bastante a sexualidade, uma vez que alguns indivíduos consideram que a sexualidade perfeita estaria diretamente relacionada ao corpo perfeito, como a mídia apregoa direta ou indiretamente. Isto leva aqueles que estão "fora dos padrões midiáticos" a terem vergonha do próprio corpo.

Na mesma linha de pensamento, podemos pensar que o mesmo aparelho midiático que impõe os padrões de "corpo perfeito" também inventam padrões de "sexo perfeito: basta dar um giro pelas bancas de jornais e internet, para se deparar com muitas publicações que "ensinam" a ter bons orgasmos. Isto leva o indivíduo a questionar sua forma de vivenciar a sexualidade.


Qualidade de vida sexual

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Sexualidade é vida! Exceto nos casos em que os indivíduos escolheram se abster desta prática, ou nos casos onde há limitações físicas ou orgânicas, a sexualidade poderia ser vivenciada de forma mais natural, sem muitos tabus ou ideação paranoide. A entrega ao ato sexual deveria obedecer tão somente aos princípios  de cada um, respeitando os princípios do parceiro.

Se a culpa, o medo ou o remorso estiverem atrapalhando a sexualidade, sugiro que procure ajuda psicoterápica, com ênfase em terapia corporal, para que o indivíduo conheça o próprio corpo, as zonas erógenas, e as formas de obter prazer (sozinho ou acompanhado).









Referências:


BEARZOTI, Paulo. Sexualidade: um conceito psicanalítico Freudiano. disponível em http://www.scielo.br/pdf/anp/v52n1/24.pdf  

09 fatores que dificultam um relacionamento



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Para conceituarmos a dificuldade é necessário esclarecer  como os relacionamentos se desenvolvem. Na definição de Turner e Richardf (2013), os relacionamentos passam por fases:

Nas fases iniciais ocorrem as trocas de informações básicas, cuja finalidade é promover a busca por interesses afins, ocorrendo certa idealização a respeito do outro. 

Na fase seguinte ocorre a reciprocidade de autorevelação, quando os indivíduos se colocam de forma mais íntima, buscando estreitar o vínculo. É nesta fase que alguns relacionamentos tendem a desmoronar, pois a intimidade realista que o outro mostrou pode não corresponder à idealização oriunda da primeira fase e isto pode levar ao desentendimento.

Desnecessário alertar para os perigos da idealização excessiva, que responde pelo aumento das expectativas com relação ao outro, por isso é importante ser bastante realista no momento de estabelecer relações, a fim de conhecer quais os comportamentos e atitudes que do outro que podem ser tolerados.

Algumas variáveis que respondem pelo fracasso dos relacionamentos são:


1 – Comunicação excessiva
Os relacionamentos são dinamizados em função da comunicação, por isto é importante  ceder em alguns momentos para que a outra parte possa ser ouvida;

2- Comunicação escassa
A dificuldade em se comunicar pode prejudicar alguns relacionamentos, pois é fundamental que os indivíduos se posicionem de alguma forma, nas diversas situações. Quem não sabe falar sobre seus sentimentos, ou não consegue descrever o que está sentindo corre o risco de ser mal interpretado. Para quem tem dificuldades em desenvolver estas habilidades sociais, sugiro que procure um bom psicoterapeuta. Existem técnicas muito eficientes.

3 – Escuta excessiva
“escutar demais” em linguagem comum significa interpretar erroneamente aquilo que foi dito. Por isso é importante perguntar antes de fazer inferências inadequadas ou inoportunas.

4- Escuta deficitária
Escutar “de menos” também pode colocar uma relação em xeque. É importante ouvir o que o outro tem a dizer, mesmo que não concordemos.

5 – Olhar excessivo
Consiste em observar o comportamento do outro além do que é permitido pelos limites da individualidade. 

6- Olhar deficitário
Consiste em não enxergar aquilo que é obvio e ululante, apresentando dificuldades em confrontar com a realidade e os obstáculos.

7 – Invasão
Invadir o outro consiste em romper com os limites colocados ou com a exigência de mais espaço na vida alheia, quando esta possibilidade é inviável. 

8- Distanciamento

O extremo oposto também pode prejudicar muitas relações, pois é difícil estabelecer vínculos com indivíduos emocionalmente distantes, que não expressam suas emoções, pensamentos ou sentimentos.

9- Idealização excessiva

Quando duas pessoas se conhecem é natural que alimentem expectativas em relação ao outro. Destas expectativas, nascem as idealizações, que, na maioria das vezes, não se concretizam. Isto pode gerar cobranças, que em algum momento se tornam abusivas, e isto pode levar o relacionamento à falência.

Estes são apenas alguns aspectos. Você pode elencar outros.



O caminho da Individuação



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Nas relações sociais (familiares, afetivas, profissionais e acadêmicas), as pessoas são impulsionadas a pensar, agir, e sentir como a maioria, sem grandes questionamentos. Soma-se a isto a influência das mídias sociais e.... Não sobra tempo (e as vezes, nem interesse) em questionar regras. Desta forma há um prejuízo considerável na individuação. 

Como ser "si-mesmo" quando não há espaço para isso? 

Para muitos, pensar de maneira não-coletivista pode ser considerada uma falta grave, pois acredita-se que, uma vez pertencente a determinado meio, deve-se pensar, agir e sentir como a maioria. Qualquer pensamento opositivo seria uma afronta. E desta forma, as relações se tornam confluentes ( Que se assemelha a algo; que vai de encontro ao mesmo aspecto e se encontra em algum ponto comum.).


Ao contrário do que se imaginava, as relações confluentes não trazem felicidade; ao contrário, geram muita ansiedade, pois privilegia-se o interesse da maioria em detrimento dos interesses individuais.

Algumas pessoas só se conscientizarão de que há algo errado, quando sua ansiedade estiver em graus elevados. Neste ponto é necessário que se iniciem os exercícios de autoconhecimento para chegar à individuação que é um processo longo e complexo, onde uma pessoa busca sentir, pensar e comportar-se de forma única e original.

Para Jung  (2008)

Individuação significa tornar-se um ser único, na medida em que por "individualidade" entendermos nossa singularidade mais íntima, última e incomparável, significando também que nos tornamos o nosso próprio si-mesmo. Podemos pois traduzir "individuação" como "tornar-se si-mesmo" (Verselbstung) ou "o realizar-se do si-mesmo" (Selbstverwirklichung).(p. 60)

Naturalmente, este caminho para a individuação não é linear: é possível que nesta viagem em busca de si mesmo sejam encontrados inúmeros obstáculos, ladeiras íngremes, trechos inacabados e falta de iluminação. 

Algumas pessoas se detêm diante dos primeiros obstáculos, voltando para suas "confortáveis relações confluentes", onde não não necessidade de tomar  as próprias decisões. A está em dizer "não" Aquilo que não lhe serve. Não estou sugerindo que a pessoa em processo de individuação se transforme em um rebelde e se oponha a tudo, mas que pense por si mesmo. Mesmo quando tenha que concordar com as imposições do meio social, saiba o porquê está cedendo.

MAY (1978) aponta que “a individualidade é uma das facetas da autoconsciência” (p. 78). Na vida moderna, aparentemente, as individualidades passam por um processo lento e gradual de aniquilação, restando apenas um  vazio interior, que May (2008) conceitua como

“Resultado acumulado, a longo prazo, da convicção pessoal de ser incapaz de agir como uma entidade, dirigir a própria vida, modificar a atitude das pessoas em relação a si mesmo, ou exercer influência sobre o mundo que nos rodeia” (p. 22).
O caminho da individuação exige que a pessoa desenvolva o sentido de autoconsciência, a fim de que possa enxergar-se a si mesmo, compreendendo de que forma se coloca no mundo, desenvolvendo formas de agir, pensar e sentir singulares, opondo-se ou não ao seu meio social.

Opor-se ao meio não é algo que precise ser feito com hostilidade: existem formas sutis de oposição, que não trarão prejuízos a ninguém. 

Este caminho não tem fim. É importante que seja trilhado de maneira original a cada minuto. É nesta caminhada que encontramos o bem-estar.


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Referências:

JUNG, Carl Gustav. O eu e o Inconsciente. 21 ed. Ed. Petrópolis: Vozes Ltda., 2008

MAY, Rollo. O homem à procura de si mesmo. 6. Ed. Petrópolis: Vozes Ltda., 1978.

Ressentimentos, culpa e vingança

Ressentimentos



Ressentir  "é atribuir ao outro a responsabilidade pelo que nos faz sofrer" (KHEL, p. 11).


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As vezes, por falta de alternativas adequadas para a elaboração do sentimento negativo, é comum que a pessoa busque reparação dos males que lhe afligem, causando aos outros aborrecimentos semelhantes. No entanto, isto parece não funcionar, pois causar ao outro um mal equivalente nem sempre trás alívio.



Podemos citar como exemplo a infidelidade conjugal.



Para aquele que foi traído, é natural que cultive (por algum tempo) sentimentos de raiva  para mobilizar a atenção do outro. Isto é comum nos divórcios litigiosos.




Fabichak (2010) cita o exemplo das pessoas que mesmo após a separação querem manter o vínculo, mesmo que seja o da briga. Tais pessoas tendem a buscar grandes reparações, por meio de pequenas provocações, motivados pelo ressentimento que insiste em imperar.




A culpa




Outro sentimento negativo que surge quando ocorrem estes dissabores afetivos é a culpa:




Ao colocar a culpa no outro, o ressentido supostamente pretende que o outro assuma a responsabilidade pelo que ocorreu, exigindo reparações que podem ser justas, ou exageradas em alguns casos.




Também pode ocorrer que os indivíduos coloquem a culpa em si mesmos, desenvolvendo sentimentos colaterais como remorso e menos-valia.





A vingança:




É o desejo de reparação de algum mal. Este sentimento pode impelir os indivíduos a agirem da mesma forma, pagarem na mesma moeda.

Não é aconselhável, por duas razões: primeiro porque a energia gasta em arquitetar um "plano de vingança" poderia ser usada para impulsionar melhorias na própria vida; segundo porque, mesmo quando levada a cabo, não produz reparações suficientes, colocando o indivíduo em situação de constante insatisfação, exigindo mais e mais reparações.




Como lidar?




O ideal seria buscar formas de canalizar os sentimentos negativos para finalidades mais nobres, porém, quando os sentimentos negativos estão em alta, é muito difícil pensar em algo deste tipo. A sugestão é não tomar nenhuma decisão sob o calor das emoções, pois as consequências podem ser muito piores.




Para lidar com sentimentos de culpa e menos valia, o ideal é buscar ajuda psicoterápica, pois é necessário passar por um processo de renovação de identidade, formulando novas formas de autoconhecimento e aprender a emitir comportamentos e pensamentos mais saudáveis.











FABICHK, Cibele. Sexo, amor, endorfinas e bobagens. São Paulo, Novo Século: 2010.

KHEL, Maria Rita. Ressentimento.São Paulo. Casa do Psicólogo: 2011.
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