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Amor Não correspondido: Como lidar? Psicóloga SP

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Quem Nunca Sonhou com um Amor Correspondido, Que Atire a Primeira Pedra...

A maioria das pessoas sonha em ter um amor que seja grandioso, correspondido nos mínimos detalhes. 

Psicóloga  sp Explica: O que um Amor Não Correspondido

Mas, você já se perguntou afinal o que significa ser correspondido no amor

Será que o amor é sempre correspondido na mesma frequência, intensidade, sincronicidade? Como medir o amor?

 E quando ele acaba? 

Bem, hoje nós vamos falar sobre a dor de não ser correspondido no amor.

Em alguns casos, os sinais de amor não correspondido são óbvios, em outros ambíguos e em alguns inexistentes. 

Identificar um amor não correspondido pode ser um desafio, mas existem alguns sinais que podem ajudar a reconhecê-lo.

A Psicóloga Maristela pode ajudar a compreender esses sinais, explorar suas emoções e pensamentos, além de desenvolver estratégias para lidar com a situação de forma saudável.

Para ilustrar, vou contar o caso da Srta. X.

A História da Srta. X.

A Srta. X tinha um amor secreto por um rapaz que era seu amigo há anos. 

Ela o conheceu na universidade, onde estudavam juntos, e desde então sentia uma forte atração por ele. 

Ele era engraçado, inteligente e gentil, e ela não conseguia deixar de pensar nele. 

Mas, infelizmente, o rapaz não parecia sentir o mesmo por ela.

Psicóloga  sp Explica: O que um Amor Não Correspondido

 

A Srta. X tentou várias vezes se aproximar dele, mas sempre recebia apenas amizade em troca. Ela achava que estava lendo sinais mistos e isso a deixava confusa e frustrada. Ela não conseguia entender por que ele não via o quanto ela o amava.

A cada dia que passava, a Srta. X se apaixonava ainda mais, mas a dor de um amor não correspondido também crescia.

 Ela tentava esconder seus sentimentos, mas muitas vezes era difícil. Ela se pegava olhando para ele com os olhos marejados e imaginando como seria se ele sentisse o mesmo por ela.

E como consequência, sua autoestima afundava.

Mesmo assim, a Srta. X não desistiu do amor. 

Ela continuou acreditando que um dia ele iria perceber o quanto ela era especial.  Era dificil esquecer esse amor.

Mas, com o tempo, ela começou a perceber que talvez ele não fosse a pessoa certa para ela. Ela percebeu que estava se apegando a uma fantasia e não à realidade.

Então, ela começou a abrir o coração para novas possibilidades.

A Srta. X decidiu buscar ajuda psicologica.

 

Agendou a primeira sessão de terapia com a Psicóloga Maristela para lidar com a dor de um amor não correspondido.

Durante as sessões de terapia, a psicóloga ajudou a Srta. X a entender melhor seus sentimentos e a encontrar formas saudáveis de lidar com a situação de desamor.

A psicologa primeiro encorajou a Srta. X a falar abertamente sobre seus sentimentos e experiências, permitindo que ela se expressasse livremente sem julgamento. 

A Srta. X se sentiu confortada ao ter alguém com quem pudesse compartilhar suas emoções, sem medo de ser rejeitada.

Maristela então ajudou a Srta. X a enxergar a situação sob uma nova perspectiva, encorajando-a a refletir sobre seus desejos e necessidades em um relacionamento. 

A Srta. X começou a perceber que estava se apegando a uma ideia de amor, ao invés de um amor real e correspondido.

A medida em que o luto afetivo foi passando, Ela percebeu que precisava se concentrar em si mesma, em vez de tentar mudar alguém que não estava disposto a corresponder seus sentimentos.

Ao longo das sessões, a psicóloga SP ensinou técnicas de relaxamento e meditação para ajudar a Srta. X a acalmar a mente e encontrar paz interior. 

Ela começou a se concentrar em si mesma, em seus sonhos e desejos. Ela se esforçou para encontrar a felicidade em outras áreas da vida, como na carreira e nos hobbies.

A Srta. X aprendeu que o amor é uma jornada de autodescoberta, que pode nos levar a lugares inesperados. 

E mesmo que aquele amor não tenha dado certo, ela não perdeu a esperança de encontrar um amor verdadeiro e correspondido no futuro.

E na Psicoterapia, descobriu o grande amor de sua vida: Ela mesma!


O Que é o Amor na Psicologia?

Considera-se que o amor é a fusão de três atitudes: paixão, intimidade e comprometimento (Sternberg, 1986).

  • Paixão: apego físico, necessidade de tocar e sentir o corpo do outro; pele com pele.

  • Intimidade: vai além da confiança básica, chegando às confidências íntimas; não há medo de julgamento ou rejeição. Exige aceitar o outro como ele é.

  • Compromisso: desejo de estar com o outro apesar de todos os empecilhos; de levar a relação adiante; de manter proximidade.


8 Formas de Amar (Teoria Triangular do Amor de Sternberg)

Forma de Amor Paixão Intimidade Compromisso Descrição
1. Não-Amor Não Não Não Ausência dos três componentes. Representa a maioria dos relacionamentos casuais ou conhecidos.
2. Gostar (Amizade) Não Sim Não Sentimento de conexão, proximidade e calor. É a essência de uma amizade verdadeira sem atração física ou compromisso romântico.
3. Paixão (Amor à primeira vista) Sim Não Não Caracterizado pela atração intensa e desejo, mas sem intimidade ou compromisso duradouro. É o "amor à primeira vista".
4. Amor Vazio Não Não Sim Baseado apenas na decisão de manter o relacionamento. Ocorre em casamentos de longa data onde a paixão e a intimidade se esvaíram.
5. Amor Romântico Sim Sim Não Combina atração física e desejo (Paixão) com conexão e confidência (Intimidade). Frequentemente visto em relacionamentos no início, sem planos de longo prazo.
6. Amor Companheiro Não Sim Sim Combina conexão profunda (Intimidade) e a decisão de permanecer junto (Compromisso). É comum em casamentos de longa data onde a paixão diminuiu.
7. Amor Fátuo (Louco) Sim Não Sim Combina atração (Paixão) e decisão de compromisso, mas sem tempo para desenvolver a intimidade profunda. É um relacionamento rápido, apressado.
8. Amor Consumado (Perfeito) Sim Sim Sim Combinação ideal e completa dos três componentes. É a forma de amor que muitos almejam, mas é considerada a mais difícil de alcançar e manter.

*Baseado na Teoria Triangular do Amor de Robert Sternberg (1986).




Como Identificar um Amor Não Correspondido pela Ótica de Sternberg

A Psicóloga Maristela pode explicar e orientar nesse processo, destacando que um amor não correspondido, de acordo com a Teoria Triangular de Sternberg (1986), geralmente ocorre quando as duas pessoas na relação estão vivenciando diferentes tipos de amor – ou seja, têm combinações desiguais de Paixão, Intimidade e Compromisso.

Embora seja muito difícil quantificar, os sinais a seguir indicam uma clara incompatibilidade nos componentes do amor:

  • Tipos de Amor Desiguais: Ocorre quando o amor de um indivíduo pertence a uma categoria e o do outro pertence a outra, gerando sofrimento.

    • Exemplo: Você sente Amor Romântico (Paixão + Intimidade), mas o outro sente apenas Gostar (Intimidade). Você espera o desejo e a atração que ele não oferece.

    • Exemplo: Você vive um Amor Fátuo (Paixão + Compromisso, mas sem intimidade construída), enquanto o outro vive o Amor Companheiro (Intimidade + Compromisso, mas sem paixão).

  • Desequilíbrio de Componentes: Um dos parceiros investe predominantemente em um componente que não é valorizado (ou retribuído) pelo outro, resultando na sensação de Investimento Desproporcional.

    • Indicativo (Paixão): Você busca constantemente a proximidade física e o desejo (Paixão), mas a outra pessoa responde apenas com carinho platônico (Intimidade). Você sente a ausência da "pele com pele".

    • Indicativo (Compromisso): Você toma decisões de longo prazo e estabilidade (Compromisso), enquanto o outro se mantém emocionalmente Indisponível, limitando-se a um relacionamento de Paixão (apenas atração).

  • Falta de Componente Essencial: A experiência do relacionamento para um dos indivíduos é de Amor Vazio (apenas Compromisso), enquanto o outro ainda mantém a Paixão viva, gerando a sensação de Falta de Reciprocidade no afeto e na atração.

  • Sofrimento Constante: A diferença na combinação dos componentes leva a um Sofrimento Constante, pois a expectativa de um (ex: Amor Consumado) nunca se alinha com a realidade do que o outro está oferecendo (ex: Gostar ou Não-Amor). A dor é a medida dessa disparidade.

A Psicóloga sp Maristela pode ajudar a identificar em qual das 8 formas de amor de Sternberg você e a outra pessoa se encaixam, permitindo que você enxergue a situação sob uma nova perspectiva e encontre formas saudáveis de lidar com essa desarmonia emocional.


Quero cuidar da minha saúde mental 


💖 Acolhimento e Transformação no Amor Não Correspondido com a Psicóloga Maristela SP

O amor não correspondido é uma experiência dolorosa que pode abalar profundamente a autoestima e o bem-estar emocional. Em São Paulo, a Psicóloga Maristela Vallim Botari (CRP 06/121677) oferece um caminho de acolhimento e autoconhecimento, utilizando, entre suas ferramentas, a perspicácia da Teoria Triangular do Amor de Robert Sternberg.

📐 A Teoria de Sternberg como Bússola

A abordagem da Psicóloga Maristela utiliza a Teoria de Sternberg, que define o amor como a combinação de três componentes essenciais: Paixão, Intimidade e Compromisso. Ao analisar o amor não correspondido, essa teoria oferece uma lente clara:

  • Entendendo a Dor: O amor não correspondido é frequentemente classificado como aquele que possui apenas Paixão, sem a construção de Intimidade e, consequentemente, sem o Compromisso mútuo.

  • Desconstruindo Ilusões: A terapia ajuda o paciente a identificar que a intensidade do sentimento é, muitas vezes, unilateral e carece das bases de conexão profunda e decisão mútua que sustentam uma relação saudável.

Como a Psicóloga Maristela Ajuda a Superar

Com um acolhimento humanizado e utilizando técnicas como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), a Psicóloga Maristela guia o paciente em um processo de recuperação e fortalecimento:

  1. Reconhecimento e Validação da Dor: Oferece um espaço seguro para expressar a frustração, a tristeza e a raiva, validando os sentimentos sem julgamentos.

  2. Ressignificação do Sentimento: Ajuda o paciente a olhar para o amor não correspondido sob a perspectiva da Teoria de Sternberg, transformando a dor da rejeição na clareza sobre o tipo de vínculo que realmente existia (ou não).

  3. Foco no "Eu": O trabalho terapêutico é direcionado para a reconstrução da autoestima e do valor pessoal. O paciente é incentivado a desvincular seu valor da resposta do outro, cultivando o amor-próprio e a autonomia emocional.

  4. Desenvolvimento da Intimidade Consigo: Através da introspecção, o foco muda da carência pelo outro para o desenvolvimento da Intimidade interna, ou seja, o autoconhecimento e a aceitação de si.

  5. Construção de Novas Perspectivas: Acompanha o paciente na definição de novos objetivos de vida e na identificação dos padrões que levaram à idealização, pavimentando o caminho para relacionamentos futuros mais equilibrados e saudáveis.

Ao procurar a Psicóloga Maristela em São Paulo, o indivíduo em sofrimento de amor não correspondido encontra mais do que uma escuta; ele encontra uma metodologia clara e ética para transformar um momento de dor em uma oportunidade de profundo crescimento pessoal e reforma interior.


Escrito por: Psicóloga SP Maristela Vallim Botari 

Gostou do Artigo? Leia outros artigos neste  blog da Psicóloga  
 

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Quando procurar Terapia de Casal?

Desvendando as Jornadas que Levam à Terapia de Casal

A vida a dois, em sua complexa rede de afetos e convivências, entrelaça momentos de amor, cumplicidade e crescimento mútuo, mas também nos coloca diante de desafios que testam a solidez do vínculo. À medida que o tempo passa, as diferenças individuais, expectativas e dificuldades de comunicação podem gerar distanciamento emocional e conflitos persistentes.

É justamente nesses momentos de desalinhamento e dor compartilhada que buscar o apoio de um profissional da saúde mental representa um passo essencial para restaurar a conexão, reconstruir o diálogo e fortalecer o vínculo afetivo.

A decisão de iniciar um processo de terapia de casal costuma surgir quando o relacionamento enfrenta impasses que comprometem a harmonia conjugal e o bem-estar emocional de ambos, como os que seguem abaixo:

  • O Silêncio da Comunicação Quebrada: A dificuldade em expressar sentimentos e necessidades pode gerar frustração e afastamento. A terapia de casal promove um espaço de escuta e diálogo, favorecendo a reconexão emocional.
  • As Feridas da Infidelidade: Vivenciar uma traição pode abalar a confiança e a segurança do vínculo. No contexto terapêutico, o casal encontra suporte para compreender o impacto da ruptura, reconstruir a confiança e redefinir o compromisso afetivo.
  • O Peso das Expectativas: As idealizações sobre o parceiro e o relacionamento podem gerar insatisfação e ressentimento. A terapia auxilia o casal a equilibrar expectativas e realidade, cultivando aceitação e respeito mútuo.
  • Conflitos Repetitivos e Falta de Acordo: Divergências sobre finanças, rotina, família ou projetos de vida tendem a se repetir quando não são compreendidas em sua raiz emocional. A terapia de casal permite identificar padrões de conflito e desenvolver estratégias mais saudáveis de resolução.
  • Distanciamento Emocional: A rotina, o estresse e as responsabilidades podem levar ao afastamento afetivo. O processo terapêutico favorece a redescoberta da intimidade, do carinho e da parceria.
  • Relações de Poder e Controle: Quando a relação se torna desequilibrada, com atitudes de manipulação, ciúme excessivo ou controle, o vínculo adoece. A terapia ajuda a reconhecer essas dinâmicas e a reconstruir a relação com base em respeito, autonomia e cooperação.
  • Diferenças de Valores e Propósitos: Mudanças de fase ou de visão de vida podem gerar rupturas sutis. A terapia oferece espaço para o casal revisar objetivos comuns e renovar o sentido da união.
  • Impactos Externos na Relação: Problemas familiares, profissionais ou financeiros podem interferir na convivência. O espaço terapêutico auxilia o casal a lidar com pressões externas de forma solidária, fortalecendo a parceria.

Desafios Pessoais que Refletem na Vida a Dois

  • Autoestima e Reconhecimento: Dificuldades com autoestima e autoconhecimento podem afetar a forma como cada parceiro se relaciona. A terapia favorece o desenvolvimento pessoal como base para vínculos mais equilibrados e amorosos.
  • Projeções e Distorções Emocionais: Muitas vezes, expectativas e frustrações individuais são projetadas sobre o outro, gerando mal-entendidos. O processo terapêutico ajuda a reconhecer essas distorções cognitivas e a construir um olhar mais empático e realista.

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