O comportamento vitimista é um padrão de comportamentos que se manifesta através da tendência de se colocar como alvo passivo das circunstâncias, muitas vezes sem a realização de uma reflexão sobre a própria parcela de responsabilidade nos eventos vivenciados.
Conteúdo informativo desenvolvido pela Psicóloga Maristela Vallim Botari
CRP-SP 06-121677, sem a finalidade de substituir a consulta psicológica, nem esgotar o tema.
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Dificilmente visualizam soluções para seus problemas, mesmo os pequenos.
Para indivíduos com esse padrão de comportamento, a culpa pelas coisas que dão errado é sempre do outro — ou do contexto social, histórico, político etc. Jamais delas mesmas. Como se manifesta o vitimismo
O vitimismo pode se manifestar em diferentes áreas da vida, e muitas vezes passa despercebido até para quem o pratica.
Na faculdade, por exemplo, é comum encontrar aquele aluno que culpa os professores pela sua dificuldade em acompanhar as aulas ou pelas notas baixas, sem considerar o tempo que dedica ao estudo ou o esforço real que tem colocado em aprender.
Nos esportes, o vitimista é o atleta que justifica suas derrotas dizendo que o técnico não gosta dele, que o campo estava ruim ou que o árbitro sempre o prejudica — nunca reconhecendo que talvez precise treinar mais ou rever sua postura durante o jogo.
Nos relacionamentos amorosos, o vitimismo aparece quando alguém se coloca constantemente no papel de quem sofre, dizendo frases como “eu dou tudo e nunca recebo nada em troca”, sem refletir sobre os próprios comportamentos ou limites dentro da relação.
Na família, o vitimista é aquele parente que se queixa de ser esquecido, ignorado ou injustiçado, mas que raramente faz um gesto de aproximação ou diálogo sincero.
E, no mundo dos negócios, esse padrão surge quando o profissional atribui seus fracassos à economia, ao chefe, aos clientes ou à concorrência, sem analisar as próprias decisões ou estratégias.
Em todos esses casos, o resultado é o mesmo: a pessoa transfere a responsabilidade pelos seus resultados para o mundo externo, perdendo o poder de mudar a própria realidade.
Como a psicóloga pode ajudar nesse processo
Quando questões como estas começam a se repetir — afetando decisões, relacionamentos, autoestima ou bem-estar emocional — o acompanhamento psicológico pode oferecer um espaço técnico de escuta e elaboração.
Na psicoterapia, o trabalho é estruturado para que seja possível:
- identificar padrões emocionais e comportamentais envolvidos
- compreender origens e gatilhos das reações recorrentes
- revisar formas de interpretação e autopercepção
- desenvolver recursos psicológicos de enfrentamento
- fortalecer posicionamento pessoal e clareza interna
O processo é individualizado, conduzido com respeito ao ritmo de cada pessoa.
Se você percebe que esse tema dialoga com sua própria experiência, a psicoterapia pode ser um espaço adequado para aprofundar essa compreensão.
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Atendimento em Terapia Cognitivo-Comportamental com Acolhimento Humanizado, escuta qualificada e foco nas necessidades de cada pessoa.
Importante destacar que a psicoterapia não substitui cuidados médicos quando necessários, nem elimina completamente emoções difíceis — que fazem parte da experiência humana. Em vez disso, ela pode oferecer um momento estruturado para elaborar vivências, ampliar perspectivas e construir novas possibilidades de resposta diante das dificuldades.
Psicóloga SP Maristela Vallim Botari
CRP-SP 06-121677
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